O que escrevo não é piada
não é anedota
o que falo não tem graça, é sério, me escuta!
Quero me afogar
em alto mar
quero amar, mas só quando gritar
Como gritei
Ah, mãe, eu errei
Desculpa se te machuquei
Eu te amo, no fundo é real
Embora não possa explicar
Mas no braço explico, com essa cicatriz me identifico
Pois pela lâmina quente
Violenta
Tormenta
Agourenta
Nariz e venta
Venta, tenho medo, ventofobia
Por meio dela, o amor com dor
Expresso o verso do meu interior
E ao pouco me destruo, até o fim negro
inonimável
Até cavar minha cova, com meu sujo nome
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